Política

#afotoeofato: declaração do secretário geral na Confederação Nacional dos Municípios sobre saída de Cuba do Mais Médicos

Redação Tribunna

#afotoeofato

“Há uma cultura de menosprezo pela medicina da família e pelo trabalho no interior. Há muito de doença social para ser tratada nesses lugares. Muita gente que precisa ser ouvida mais do que medicada. Os cubanos responderam a isso rápido, porque são generalistas e têm uma formação humanizada”. Essa declaração de Eduardo Tabosa, secretário da Confederação Nacional de Municípios (CNM), expõe a lacuna que se abre diante da abrupta ruptura no acordo que permitia a médicos cubanos trabalharem no Mais Médicos, programa criado em 2013, pela então presidente Dilma Rousseff.

 

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