Política

Vigilantes sertanejos querem lei que combata atrasos de pagamentos na contratação dos serviços da categoria em PE

Sindicato dos Vigilantes do Sertão e o presidente da Cubape, Pedro Caldas, solicitaram a formulação de uma lei anti colote ao deputado Antônio Coelho

O presidente da Central Única dos Bairros de Petrolina (Cubape), Pedro Caldas e o Sindicato dos Vigilantes do Sertão estiveram em reunião com o deputado estadual Antônio Coelho, DEM, para cobrar do deputado a criação de um Projeto de Lei Anti-Calote à exemplo do que existe na Bahia. A lei diz que em caso de demissões em massa, falência ou atrasos no pagamento, o vigilante não seja prejudicado.

Outra preocupação levantada pelo presidente do Sindicato dos Vigilantes Laércio Vasconcelos, foi a redução do quadro de vigilantes nas repartições do governo federal: MTE, UNIVASF, INSS e outras. Segundo detalhou, são mais mais de 200 trabalhadores desempregados.

O deputado Antônio Coelho assegurou que levará o assunto à tribuna da Assembléia Legislativa de Pernambuco (Alepe), destacando a situação dos vigilantes, inclusive cobrando do governo do estado o pagamento dos salários em atrasos.

“Ele assegurou que manterá contato com o seu pai, o senador Fernando Bezerra, Coelho, para viabilizar junto ao governo federal, medidas para manutenção dos trabalhadores na segurança dos órgãos”, disse Pedrinho.

ESCOLA

Pedrinho aproveitou o espaço aqui no #PortalTribunna, para agradeceu a atenção e agilidade da Prefeitura de Petrolina, por meio da secretaria municipal de Educação e Cultura que neste sábado, iniciou um trabalho de combate à invasão de pombos em escolas do município, a exemplo da Escola de Ensino Integral Monsenhor Bernardino, na Vila Eulália.

“A associação de moradores vinha cobrando dedes a inauguração e com a morte de uma criança que pode ter sido vítima de doença do pombo numa escolas em São Paulo, intensificou a cobrança para se resolver esse problema. Fico feliz em ver que equipes da Vigilância Sanitária e do Centro de Zoonoses, estiveram na Escola Monsenhor Bernardino, atendendo nossas cobranças junto com a associação, para deixar toda a comunidade escolar tranquila”, finalizou Pedro Caldas.

 

 

 

 

Redação

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