Política

Ajuste de Miguel Coelho equivale a R$ 14,6 milhões para o combate à pandemia da Covid-19 em Petrolina/PE

Medidas vieram em meio à grita da oposição que acusa o prefeito de nomeações políticas no final do prazo de filiações partidárias.

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Após adiar os prazos para pagamentos de impostos como IPTU e ISS, a Prefeitura de Petrolina adotou uma série de medidas para ampliar os fundos destinados ao enfrentamento à Covid-19.  O anúncio do pacote chega após a grita da oposição que acusa o prefeito de nomeações políticas

O pacote financeiro redirecionará R$ 14,6 milhões para a compra de testes, materiais de proteção individual, ampliação de leitos, pagamento de profissionais entre outras iniciativas para fortalecer a rede municipal durante o período de epidemia do Coronavírus.

Para a garantia dos recursos, o prefeito Miguel Coelho montou uma força-tarefa envolvendo as equipes do comitê de enfrentamento à Covid-19, secretarias de Gestão, Fazenda, Procuradoria e Controladoria do município. Entre as medidas estão a suspensão de contratos, mantendo os serviços essenciais.

Outra decisão foi a realocação imediata dos recursos que seriam destinados à organização do São João de Petrolina e dos festejos juninos nos bairros. A verba agora será empregada nas ações de combate ao Coronavírus.

O prefeito Miguel Coelho lembra que a engenharia financeira teve um papel ainda mais importante com a redução drástica de arrecadação do município.

“Decidimos adiar por quatro meses o prazo de pagamento do IPTU e ISS por considerar que a população precisará desse dinheiro para custos mais essenciais. Porém, a prefeitura vive basicamente desses impostos e do fundo dos municípios. Tivemos, portanto, que cortar muita coisa, suspender contratos e reduzir custos. Com todo esse pacote, será possível ampliar a estrutura de combate ao Coronavírus e salvar vidas, que é a nossa prioridade número 1”, explica o prefeito.

SETORES ESTRATÉGICOS

Miguel acrescenta que preservou setores estratégicos, como contratos de saúde, social e segurança pública. Ainda há possibilidade de novas medidas de enxugamento da máquina pública, caso a crise aumente.

“Ainda é cedo para falar em novos cortes. É uma situação delicada, nova para todos os gestores e prefeituras. Estamos precisando nos adaptar a uma outra realidade, com queda de receita, por isso também o estado de calamidade. É uma força tarefa para honrar nossas obrigações, como a distribuição da merenda nesse período de isolamento, cuidar dos serviços da saúde, do social. Precisamos economizar e isso requer um esforço conjunto. Nesse sentido, estamos trabalhando 24 horas por dia e avaliando a evolução da crise para fazer novos ajustes, se forem necessários”, antecipa o prefeito. (Com Coordenadoria de Imprensa)

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